terça-feira, junho 26, 2012

Sharm El Sheikh - Ras Mohammed e impressões gerais

Na  véspera de seguirmos para Luxor, os meninos não poderiam mergulhar em virtude da viagem de avião. Deixamos então para neste dia fazermos o passeio a Ras Mohammed National Park.
Como o nome diz, se trata de um parque nacional, toda sua área tem os recursos naturais protegidos.
É bastante bonito, mas não sei se é o meu gosto pessoal, ou se nós brasileiros estamos muito acostumados com natureza... O fato é que eu não fiquei super encantada, embora sem dúvida sua beleza tenha seu valor.




É possível fazer este passeio de ônibus e de barco, e nós fomos de ônibus. A primeira parada foi no local das fotos acima.
A foto seguinte é a entrada do parque, essas pedras estão escrevendo Allah, foi o que o guia nos disse, e nós acreditamos.



 Depois paramos para ver uma área de mangue. Pelo que eu entendi, vegetação de mangue deve ser uma coisa muita estranha e espetacular para europeus, pois o guia falou como se estivesse mostrando um dinossauro vivo, uma coisa super diferente e espetacular. Para nós não se trata de nada demais.
Depois fizemos uma parada para observar uma rachadura no chão causada por um terremoto. Isso me chamou bastante a atenção.










Paramos, então, para o mergulho de snorkel, que infelizmente não foi possível, pois a água estava super gelada, molhamos os pés e desistimos. Os meninos ainda entraram um pouco, mas estava impossível. Ficamos sentados na areia e quando retornamos ao ônibus descobrimos este viajante clandestino, que aparece na mão do Júlio na foto abaixo, veio junto de nossas roupas.





O passeio foi bom, mas não impressionou. Comparado com a noite com os beduínos foi meio sem graça.
E assim terminaram nossas aventuras em Sharm El Sheikh. De lá seguimos para Luxor, pedi ao Júlio que fizesse uma resenha sobre os mergulhos e o passeio de quad bike que eles fizeram no deserto e estou aguardando, espero que ele termine logo.
Para fechar Sharm quero contar de nosso amigo Salah. Todas as noites nós fomos a Naama Bay, começamos pegando os táxis especiais do hotel, na tentativa de evitar aquele pechinchar sem fim. Um dos dias, os táxis do hotel já tinham terminado o expediente, não nos restou outra alternativa a não ser pegar os táxis que ficavam na porta do hotel. 
Ao chegarmos lá, perguntamos ao primeiro da fila o preço, que nos pareceu totalmente razoável, embarcamos todos. Assim conhecemos Salah. Ele é um egípcio daqueles que se veste com aquele roupão tradicional, até os pés. Logo que entramos no táxi, ele e o Júlio iniciaram logo uma conversa (quem conhece o Júlio entende o que eu estou falando, o quanto ele é conversador). Logo Salah estava tentando nos ensinar a contar até dez em árabe. Claro que foi um esforço totalmente inútil - ô língua impossível -, mas o fato é que nos rendeu grandes risadas.
Ao chegarmos a Naama Bay o Júlio perguntou se ele se interessava em vir nos buscar para o retorno ao resort. Salah prontamente disse que sim e nos deu seu número de telefone. Quando fomos pagar ele nos disse, para nosso espanto: me paguem tudo na volta.
Este sujeito, que nunca nos tinha visto, confiou que nós o chamaríamos no retorno e pagaríamos então as duas corridas.
Com isso ele nos ganhou de vez, ficou de nosso motorista até o dia de nossa partida. Pessoas como ele contribuíram para que nossa idéia a respeito dos muçulmanos mudasse completamente, embora aquela primeira impressão de seriedade, devido as roupas e a marca na testa, característica de encostar a cabeça no chão durante a reza, escondem pessoas alegres e satisfeitas em conversar com os estrangeiros.


Júlio e Salah







terça-feira, junho 19, 2012

Sharm El Sheikh - Dança com os Golfinhos e Naama Bay

A noite com os beduínos foi disparado o passeio em Sharm el Sheikh que eu mais gostei, mas o show e nado com os golfinhos superou as minhas expectativas.
Eu nunca tinha assistido a um show de golfinhos, acredito que todos sejam semelhantes, o que não invalida a diversão. 
Assim que eu descobri que havia esta possibilidade em Sharm el Sheikh eu quis que fizesse parte de nossa programação. Na verdade eu não estava nem tão interessada no show, o que eu queria mesmo era nadar com os golfinhos. Desde o primeiro dia, quando eu propus a Ana Clara este passeio, eu denominei "dança com os golfinhos", e lá fomos nós dançar com os golfinhos.
Eu amei. O bicho é muito esperto e muito gostoso, tão lisinho que parece plastificado. É incrível como eles são realmente inteligentes. Nós entramos na piscina em grupos de seis pessoas, para dois golfinhos. E eles realmente dançam com a gente, nós seguramos nas barbatanas e eles rodam, é a coisa mais linda e gostosa. Eu amei.

 Dançando



Naama Bay é onde tudo acontece em Sharm. Todas as noites nós íamos para lá jantar. Tem uma infinidade de restaurantes, bares e boates, além de todo o comércio: lojas de souvenir, farmácias, mercados, tudo.
Tem restaurante de todo tipo, de todas as especialidades, nós estivemos em dois italianos - Pomodoro e Ghazala Beach Bar, ambos foram muito bons.
Vale também dizer que a cerveja egípcia é muito boa, experimentamos várias e aprovamos.
Mas nosso melhor jantar, disparado, foi no Little Buddha Bar. É uma das filiais do Buddha Bar de Paris. O local é super bem decorado, ótimo atendimento e a comida é divina. Depois do jantar é possível emendar na balada, já que após 1h da manhã tem dj.




 Little Buddha Bar


Eu e Ana Clara não estivemos nenhum dia pela manhã em Naama Bay, quando não saímos nos passeios ficamos no resort, mas os meninos iam todo dia pois era de lá que saia o barco para o mergulho. Quem não está em um resort tem a opção das praias de lá, são pagas mas a estrutura é muito boa.




Nos próximos posts, termina a jornada em Sharm El Sheikh. Continuem acompanhando!

domingo, junho 17, 2012

Sharm El Sheikh - Visita aos Beduínos

Além de mergulhar, há uma grande quantidade de opções de passeios em Sharm. Nossas escolhas foram as seguintes: Bedouin Night and Star Gazing, Ras Mohamad by bus e Show com os golfinhos.
As duas primeiras os meninos fizeram conosco e fizeram sozinhos quad bike no deserto.
Há outras opções, pode-se ir ao Monte Sinai, e subir a pé ou de camelo para ver o nascer do sol. 
Ao pé do monte Sinai há o monastério de Santa Catarina onde chegamos a pensar em ir, mas fiquei meio receosa pois o caminho passa pelo deserto e eu tinha tomado conhecimento de um caso de sequestro de ônibus de turistas pelos beduínos, coisa que voltou a acontecer, inclusive com brasileiros, quando já estávamos de volta ao Brasil.

A noite com os beduínos foi simplesmente incrível. Assim que chegamos, nos foi servido o tradicional chá e oferecido o pão é que feito no local, assado na pedra quente. Tudo muito gostoso. Durante a apreciação do chá nosso guia foi nos explicando sobre a vida dos beduínos. Atualmente há grupos que vivem de receber os turistas mas somente os homens aparecem, e as mulheres ficam em casa. Outros grupos infelizmente foram para a criminalidade. Os beduínos não tem representação política.







Após o chá e as explicações fomos para o passei de camelo. Eu A-DO-REI.
Primeiro fiquei morrendo de medo. Camelos são animais muito altos, e quando o meu se levantou eu fiquei com pavor de cair. Eu sou muito atolada, só pensava que entre tantas pessoas eu seria a única que ia cair do camelo, a única que não conseguiria ficar equilibrada em cima do bicho. A gente não sai andando sozinho, eles amarram uns camelos nos outros e puxam o que está na frente. Na minha penca de camelos estávamos eu, Ana Clara, Júlio e uma turista escocesa. Eu só pensava que os camelos iam se embolar e a cada rebolada eu achava que ia ao chão.






Minha cara de pânico

Conforme fomos andando, meu medo passou, e percebi que é claro que eu não ia cair. Amei, fiquei com pena que acabou rápido. Foi muito bom mesmo.
Eu tinha imaginado que camelo seria um bicho fedorento, sujo. Eles não eram nada fedorentos e não tinham nenhuma aparência de sujeira. São mansos, amigáveis.




camelos rindo

Após o passeio, voltamos ao acampamento, e o sol já estava se pondo. Muito lindo.



Assim que o sol de pôs foi servido o jantar. Comemos super bem: comida simples, servida em pratos de plástico, mas muito saborosa. Eram oferecidos um arroz incrementado com algo que não identificamos, kafta, uma salada de batatas e pimentões bastante comum na região e uma carne, não sabemos se de ave ou algum outro animal, como carneiro, que é bastante consumido por lá.



Durante o jantar assistimos ao show de dança do ventre e "tanoura dance". Essa segunda é uma dança incrível, os dançarinos são homens e consiste em rodar, rodar, infinitas vezes. É muito incrível, adorei. Aliás eu sempre tinha sonhado em ver esta dança.




Depois de tudo isso, chegou a hora de observarmos o céu. Maravilhoso, nenhuma luz, e aquele ceuzão na nossa cabeça. Um astrônomo nos apontava as estrelas, os planetas, as constelações. Depois das explicações pudemos observar com um telescópio.
Esse foi o melhor passeio de todos, na minha opinião. Tudo foi sensacional e nosso guia era ótimo, teve paciência de nos responder todas as dúvidas e curiosidades sobre a vida no Egito.

Assim como no Cairo, os passeios em Sharm também foram contratados no Brasil. A operadora foi a Vova Sharm. Fomos super bem atendidos por Anna Griffin, uma inglesa residente no Egito há anos, e eu recomendo o serviço.





terça-feira, junho 12, 2012

Sharm El Sheikh - A ideia

A idéia da viagem ao Cairo surgiu a partir de uma reportagem sobre Sharm El Sheikh, lida numa daquelas revistas de bordo de companhia aérea. Nunca tinha escutado falar em Sharm e através da matéria descobri que era um destino de mergulhadores e veranistas europeus, e o melhor de tudo: um destino barato.
Na primeira oportunidade fui pesquisar e descobri que realmente é um destino famoso entre mergulhadores, porque o Mar Vermelho tem uma visibilidade sensacional para a prática. Para situar, Sharm fica na península do Sinai.
Logo lembrei de meu amigo Júlio, já que com certeza ele aceitaria uma viagem que no pacote estivessem inclusos uns dias de mergulho e meu problema de companhia masculina para viagem ao país muçulmano estaria resolvido. Não deu outra, ele aceitou de cara.

Sharm é uma cidade turística, quer dizer, o turismo é sua única atividade econômica. Há uma enormidade de resorts e um centrinho, chamado Naama Bay, onde se encontram as lojas, restaurantes, operadoras de mergulho, enfim, todo o comércio.
A cidade não se parece em nada com as demais que conhecemos no Egito, e dentro do resort parece que estamos na Europa, tantos são os europeus.

Nama Bay

A escolha do resort foi pelo meu procedimento usual, no site Booking.com, verificando as avaliações feitas pelos hóspedes. Escolhi o Renaissance Golden View Beach Resort, que pertence ao grupo Marriott. E atenção, muita atenção, ficamos em uma habitação familiar com sala, quarto, cozinha, um banheirão e varandas por inacreditáveis 347,32 euros por cinco diárias, quer dizer 69,47 euros para 4 pessoas por diária. Juro que não estou mentindo!


O resort é show. A foto central do mosaico era a vista da varanda de nosso quarto. Esta é uma das quatro piscinas, era a aquecida.
O café da manhã também era um sonho, estava incluso no preço da diária, e caso o hóspede quisesse fazer as refeições no resort, havia quatro restaurantes para escolher.

Panorâmica do Loby do Hotel

Só ficar no resort já valeria a viagem, mas Sharm não é só isso. Além de todas as possibilidades de mergulho há muitas opções de excursões pelas redondezas.

Os meninos mergulharam todos os dias que passamos lá, exceto a véspera de nossa ida para Luxor, porque não se pode voar no dia seguinte ao dia de mergulho. Eu e a filhota fizemos vários passeios ou curtimos as piscinas do hotel.

No próximo post, falarei dos mergulhos e das excursões nas redondezas.






segunda-feira, junho 11, 2012

Viajando pelo Egito

Após nossas aventuras no Cairo, seguimos para Sharm El Sheikh.
Antes de contar sobre Sharm, acho interessante informar como chegamos ao Egito e como nos deslocamos dentro do país.
Não há vôos diretos do Brasil para o Egito. Minha escolha foi chegar pela Itália - nós ainda não conhecíamos Roma, então seria também uma oportunidade de conhecer a capital italiana.
Comprei a passagem Rio-Roma-Rio com a Alitalia e comprei as passagens de Roma para o Egito e dentro do Egito na Egyptair. Foi um sucesso.



Usei o site da própria Egyptair, que é muito bom e pode-se comprar multi-trechos. A companhia é muito boa e as aeronaves em que voamos dentro do Cairo eram da Embraer.
Os aeroportos são bons: o do Cairo dá de mil a zero no Galeão, os demais são bem pequenos, mas novos, e o atendimento foi sempre muito cordial.
Nossos trajetos foram os seguintes: Roma - Cairo, Cairo - Sharm El Sheikh, Sharm El Sheikh - Cairo - Luxor, Luxor - Cairo - Roma. Todos estes trechos custaram 523,09 euros.
                          




Aeroporto do Cairo

Vale também contar que a moeda do Egito é a Libra Egípcia. O câmbio era de 1 real  para aproximadamente 3 libras egípcias.
Levamos um cartão pré-pago, VTM, largamente aceito em lojas e restaurantes. Em todos os hotéis onde estivemos hospedados havia uma máquina de auto-atendimento, não houve nenhuma dificuldade com o câmbio e com a utilização dos cartões.

Sharm fica para o próximo post.



sexta-feira, junho 08, 2012

Khan El-Khalili Bazzar

A vocação para o comércio é uma tradição do povo árabe. Por isso, uma visita ao mercado é indispensável.
Eu adoro comprar, e fazer compras sempre é uma parte importante das minhas viagens. Sempre saio com uma lista das lojas que eu vou visitar, e cheguei no Egito muito curiosa para a visita ao mercado. Foi uma experiência perturbadora.
O Cairo não é uma cidade muito limpa, mas o Khan El-Khalili é sim limpo e muito organizado se compararmos com os resto da capital. É um enorme espaço com infinitas pequenas ruas e infinitas lojinhas.

Entrada do Khan El-Khalili Bazaar

Logo que chegamos, nosso guia nos convidou a tomar um chá numa casa de chá tradicional. O egípcio adora chá, em todo lugar que você entra a bebida é oferecida e é de boa educação aceitar.
Eu adorei a experiência. O chá é muito gostoso, os copinhos são lindos e o local era realmente bonito. Não era um local somente para turistas, tinham muitos locais bebendo chá e fumando a shisha (narguilé).







Enquanto ainda estávamos na casa de chá, um sujeito veio nos caçar para ver as lojas e oferecer os produtos. Por mais que a gente estivesse avisado do assédio dos comerciantes eu não tinha idéia de como seria. O sujeito não largou mais do nosso pé, foi uma perturbação.
Comprar para mim foi uma tarefa difícil. Nosso guia havia nos orientado para quando perguntássemos o preço, se nos dissessem 100, a gente tinha que oferecer 1. 
Eu não suporto negociar, então para mim foi muito desagradável. Eu adoro comprar, e se tivesse tido paz, teria comprado mil coisas. 
As lojinhas têm de tudo: muita prata (uns braceletes lindos), trabalhos variados em metal, roupas típicas, pashminas, shishas de todas as cores e tamanhos, diversas peças em marchetaria. Se os comerciantes nos desses sossego, seria um paraíso.
Mas o fato é que eles não dão. Ficam empurrando as coisas, oferecem uns preços absurdos e você tem que ficar naquela negociação que em geral só termina quando você diz que vai embora e não vai comprar nada. 
Infelizmente o jeito é ser firme, quase rude e abandonar os insistentes. Escolhemos lojas onde os comerciantes não ficavam empurrando e pudemos comprar alguma coisa, mas mesmo assim somente na segunda vez que fomos, a primeira foi uma experiência assustadora.








No próximo post, movemos para a próxima parada: Sharm El Sheikh.

Cairo - O Museu Egípcio e Coptic Cairo

Embora a situação política no Cairo esteja turbulenta, em nenhum momento tivemos qualquer sensação de insegurança ou presenciamos qualquer tipo de manifestação.
É claro que tudo o que o noticiário publicou é verdade, mas não houve nenhuma manifestação na Praça Tahir durante nossa estada e o país seguia com sua vida normal, então não observamos nenhum risco para o turista.

O Museu Egípcio fica ao lado da Praça Tahir, não passamos por ela a pé, somente vimos de dentro da van. 
O prédio do museu é muito bonito, mas não espere ver um museu como os europeus. Infelizmente ele não está muito bem conservado, as peças estão empoeiradas e a iluminação deixa muito a desejar, mas sem dúvida a visita vale a pena. 
A quantidade de peças é enorme, não há nenhuma possibilidade de se ver tudo, portanto uma visita guiada é aconselhável.
Para mim o mais interessante foi a parte do acervo das peças encontradas na tumba do Tutancâmon. É realmente impressionante. Pensar que todas aquelas coisas foram feitas há mais de 2.000 anos é incrível. 
Outra parte do museu que não se pode deixar de ver é o acervo de múmias. Imperdível.






Nosso guia nos levou também para visitar uma loja de venda de papiros. Em todo lugar que se passa tem alguém vendendo papiro, mas nem todos são originais. Nossa visita à loja foi muito interessante, a pessoa que nos recebeu nos mostrou a planta com que os papiros são produzidos e nos ensinou como é o processo de fabricação. Acabamos por comprar alguns para nós.

Neste dia nossa última visita foi ao Khan el-Khalili, que será objeto de um post exclusivo.

No dia seguinte, visitamos o Coptic Cairo. Esse é o nome dado à cidade velha, do período em que o Egito ainda era em sua maioria cristão. A Igreja Ortodoxa Copta  é uma Igreja cristã que não está em comunhão com a Igreja Ortodoxa nem com a Igreja Católica. Vale a pena a visita. Tudo está muito bem conservado e a arquitetura das igrejas é muito diferente da das igrejas católicas.










Em seguida fomos conhecer Mohammed Ali Mosque. Neste dia nossa guia foi Rasha El Ashmawy da Egypt Daily Tours. Foi o mesmo processo que utilizei para contratar a Your Egypt Tours. Fiz contato por e-mail e deixei agendado o dia. Ela estava lá em nosso hotel na hora marcada. Foi uma experiência super interessante, pois Rasha nos deixou a vontade para perguntar tudo que gostaríamos sobre a cultura muçulmana, especialmente detalhes sobre as mulheres muçulmanas e a religião. Aprendemos muito com esta experiência.
A mesquita é linda, fiquei encantada.